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Pilotos do Alaska / AeroJota Classificados Aeronáutico.

Voar no Alaska uma experiência única

 

Pilotar no Alaska requer muito treinamento e prática.

O Alaska não é um País, é um dos 50 Estados que formam os Estados Unidos da América, mas sem sombra de dúvidas é o mais gelado de todos.

Alasca – Alaska em inglês – vem da do idioma esquimó  ALAKSHAT, que significa “Grande Terra”. Nem precisamos dizer que é um dos estados americanos com menor índice populacional por km2. 

A Capital do Estado do Alaska não é Anchorage (cidades mais ao sul e próxima ao Pacífico) como muitos pensam, por ser a mais populosa e sim a cidade de Juneau (bem no extremo Sudeste, junto ao Oceano Pacífico). Fairbanks (que fica na região mais central) é a sua segunda cidade mais famosa e populosa. 

Mais ao norte do Alaska existem poucas localidades, as montanhas e o frio extremos são os obstáculos naturais para o crescimento populacional, soma-se a isso a falta de estradas e infra estrutura e está criado o cenário para que aviões façam a integração de todo o território do Alaska.

Quase tudo no Alaska precisa ser transportado por aviões, na sua grande maioria por pequenas aeronaves.

Onde você faz as coisas mais simples de carro, moto ou a pé, no Alaska o que você imaginar tem que ser transportado por aviões (pessoas, mecânicos, peças, caçadores, transporte aeromédico, tudo...tudo), razão pela qual os jovens desde cedo (a partir dos 14 anos), já recebem incentivo do governo para aprender a pilotar aviões e aos 17 já podem tirar o brevet. Não existem estradas ou acesso para um grande número de cidades no Alaska, onde só se chega por aviões, que operam em situações extremas de clima e de pistas.

Voar no Alaska não é para qualquer um. Lá as situações de voo, clima intenso, pouso e decolagem são dignas de um filme (o Canal a cabo Discovery fez um série “Alaska - Perigo no Ar”. Link no final desse texto)

Nesse estado americano existem algumas particularidades muito interessantes, acredita-se que exista a mesma quantidade de aviões e carros (50% para cada lado), e que metade de sua população adulta seja piloto de avião, algo muito natural para um lugar onde quase tudo precisa ser feito ou levado ou retirado por via aérea.

Para quem gosta de estar junto á natureza, voar no Alaska é o que podemos chamar de experiência única, mas lá eles precisam se especializar em operações de voo que são desconhecidas para nós de um país tropical.

Começando primeiramente a conhecer e respeitar o clima local, que em virtude de inúmeras variáveis, muda com muita rapidez,  sem falar que é um território com montanhas altas e geladas.

Segundo, a grande maioria das aeronaves pequenas são monomotores, do modelo asa alta, trem de pouso convencional , para manter as hélices mais distantes do solo durante as decolagens e pouso e evitar danifica-las com pedras ou outros objetos.

Terceiro, você precisa aprender a pousar em uma ou mais dessas situações, tanto em pistas boas e pavimentadas, como em pistas não preparadas e ou acidentadas com aquelas grandes rodas e pneus moles chamados de “Tundra”, especial para pouso em leito de rio, lama, cascalho, pedras, lugares encharcados e etc, também conhecido como operação “Bush Flying”. Soma-se a isso pousar no gelo, com ou sem neve, utilizando esquis, em lagos e rios com o uso de  flutuadores ou aeronaves anfíbias.

Não vamos esquecer que o helicóptero é também muito utilizado no Alaska, contribuindo para que muitas operações de resgate e transporte em geral sejam realizadas assim como pousos e decolagens impossíveis para as aeronaves de asa fixa.

Mesmo sendo um território pouco habitado, as operações de pouso e decolagens no Alaska é diariamente intensa, chegando alguns pequenos aeroportos a registrar mais de 200 pousos e decolagens e nos grandes mais de 700 operações em apenas um dia.

Outra particularidade encontrada no Alaska é que em algumas cidades você tem lado a lado, uma pista digamos convencional  para os aviões e ao lado um hidroporto, para as aeronaves com flutuadores ou anfíbias.

Muitas escolas e instituições de ensino, se espalham pelo Alaska para ensinar as pessoas a voar (ou se especializar), e contam com grande incentivo por parte do governo, diferentemente do Brasil. Não é muito complicado você tirar a sua licença de voo e muito menos você ir se especializando nos diversos tipos de operações aéreas que o Alaska lhe proporciona tanto no verão como no rigoroso inverno local

Desde o ano de 2004, no mês de Maio, acontece na cidade de Valdez, um campeonato de Bush Flying, para homenagear os pioneiros desse tipo de voo, no primeiro domingo daquele mês, atraindo sempre um grande público para o evento chamado de May Day Fly In, onde aviões e pilotos de várias partes do Alaska se reúnem para participar dessa e de outras competições.

Uma das mais famosas e que atrai muita gente é a que os pilotos precisam fazer decolagem e pousos muito curtos.


Voar no Alaska é uma das experiências mais emocionante e técnica que um piloto pode ter. 

Voar no Alaska não é para qualquer um.

Para assisitir o filme do canal Discovery clique no link abaixo:

"Alaska - Perigo no Ar" 

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