Queda de avião no Rio de Janeiro mata piloto ligado à Esquadrilha CEU

Jota

30 de março de 2026

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O acidente aéreo em Rio Claro RJ com o piloto da Esquadrilha CEU terminou de forma trágica neste fim de semana e causou forte comoção no meio aeronáutico. No entanto, além do acidente em si, a história do piloto envolvido ajuda a dimensionar a perda para a comunidade.

A ocorrência envolveu uma aeronave leve e resultou na morte de duas pessoas. Entre elas, estava o comandante Everaldo, conhecido no meio da aviação por sua trajetória consistente e pela ligação com a Esquadrilha CEU.

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Após a divulgação inicial da ocorrência, autoridades e fontes ligadas ao caso identificaram as vítimas do acidente aéreo em Rio Claro, no interior do Rio de Janeiro, como Everaldo Pereira da Costa Filho e Valentim Costa. Pai e filho estavam na aeronave que caiu neste fim de semana e, por isso, o caso comoveu familiares, amigos e integrantes da comunidade aeronáutica. Além disso, a Esquadrilha CEU confirmou a morte de Everaldo, que prestava apoio logístico à equipe ao longo dos anos. Enquanto os familiares lidam com a perda, a investigação oficial segue em andamento para esclarecer as causas da queda.

Segundo informações iniciais divulgadas pela imprensa, a queda de avião no Rio de Janeiro ocorreu durante uma operação com aeronave de pequeno porte.

Ainda de acordo com os dados preliminares, duas pessoas estavam a bordo e não sobreviveram ao impacto. As circunstâncias do acidente ainda dependem de apuração oficial, que deverá esclarecer fatores operacionais, meteorológicos e técnicos envolvidos.

Por enquanto, não há confirmação pública detalhada sobre a sequência exata dos acontecimentos.

A queda de avião no Rio de Janeiro ganhou repercussão adicional devido à trajetória de Everaldo Pereira da Costa Filho, conhecido no meio aeronáutico como Cmte Everaldo.”

Natural do Rio de Janeiro, nascido em 1953, ele era piloto privado e acumulava mais de 3.000 horas de voo. Além disso, operou em mais de 300 aeródromos distribuídos por 17 estados brasileiros, o que demonstra ampla experiência operacional.

Empresário, utilizava a aviação como ferramenta de deslocamento profissional, voando sua própria aeronave, um modelo TL-3000 Sirius.

Dentro da Esquadrilha CEU, Everaldo atuava como piloto de apoio. Ele contribuía principalmente na logística de solo e também com suporte operacional relevante para as atividades da equipe.

Após a confirmação da queda de avião no Rio de Janeiro, mensagens de colegas e integrantes da aviação começaram a circular.

Relatos destacam que o comandante Everaldo participou desde a fundação da Esquadrilha CEU, em 2012. Além disso, teve papel ativo no apoio inicial da equipe, incluindo o fornecimento de óleo de fumaça para as operações.

Amigos o descrevem como um homem íntegro, de caráter firme e sempre disposto a ajudar. Por isso, sua ausência gera impacto direto não apenas na equipe, mas também em todo o ambiente da aviação leve.

A queda de avião no Rio de Janeiro agora entra na fase de investigação, que deverá ser conduzida pelos órgãos competentes.

Esse processo busca identificar fatores contribuintes, sem antecipar conclusões. Portanto, somente após a análise técnica será possível entender com precisão o que levou ao acidente.

Enquanto isso, o caso reforça a importância da segurança operacional na aviação geral, especialmente em aeronaves leves, que exigem constante atenção a planejamento, manutenção e condições de voo.

A queda de avião no Rio de Janeiro deixa uma lacuna significativa entre amigos, familiares e colegas de aviação.

Mais do que números ou estatísticas, o episódio evidencia a perda de um aviador experiente, apaixonado pela atividade e ativo dentro de uma das equipes civis mais conhecidas do país.

Neste momento, a comunidade aeronáutica se une em solidariedade, prestando homenagens e reconhecendo a trajetória construída ao longo de décadas de voo. Sentimentos de pesar aos familiares e amigos.

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