Aeroporto Antares em Goiás prevê pista de 2,4 km e mira operação a partir de 2027

Jota

2 de janeiro de 2026

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Aeroporto Antares em Goiás e a promessa de um novo polo no Centro Oeste

O Aeroporto Antares em Goiás virou tema de discussões no setor porque o empreendimento, em Aparecida de Goiânia, prevê uma pista capaz de atender jatos de grande porte e mira iniciar operações em 2027. Além disso, a proposta busca formar um polo voltado à aviação executiva, à manutenção aeronáutica e à logística, com possibilidade de ampliar a infraestrutura conforme a demanda.

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👉 O Aeroporto Antares em Goiás é um empreendimento privado, com operação condicionada às autorizações da ANAC, e não um aeroporto público estatal.

As informações divulgadas indicam que a pista já foi ampliada para 2.000 metros de comprimento por 30 metros de largura. Ao mesmo tempo, o plano prevê expansão futura para 2.400 metros de extensão e 45 metros de largura, em uma etapa posterior. Dessa forma, o complexo busca aumentar o potencial de tráfego e ampliar a capacidade operacional conforme a demanda.

Com isso, o projeto cita aeronaves como Boeing 737-800 e Airbus A320 como referência de porte compatível com a pista. Ainda assim, a ampliação para 2,4 km aparece como fase futura e segue vinculada ao avanço do empreendimento.

Além do comprimento, também há detalhes técnicos relevantes para a aviação. Materiais institucionais descrevem a pista com PCN 49. Além disso, o projeto prevê taxiways ampliadas e uma área dedicada a procedimentos de checagem de motor. Por isso, o Antares tenta reforçar que não oferece apenas pista, mas também suporte de solo para operações mais estruturadas.

Esse conjunto chama atenção porque ele conecta operação e infraestrutura. Assim, o aeroporto busca atender voos executivos e, depois, ampliar o perfil conforme o crescimento do polo.

O site do empreendimento descreve um projeto de grande escala, com mais de 2 milhões de metros quadrados de área total. Além disso, ele lista uma estrutura pensada para apoiar operações e serviços aeronáuticos no mesmo complexo.

Na parte operacional, o Antares informa pista de pouso e decolagem com 2.000 metros de comprimento e 30 metros de largura, com espaço para expansão. Ainda segundo o texto oficial, a pista terá balizamento noturno e auxílio rádio, o que reforça a intenção de oferecer operação em condições mais completas.

O projeto também cita taxiways com balizamento em todos os hangares, o que tende a facilitar a circulação em solo e dar suporte a operações de manutenção e hangaragem. Além disso, o Antares descreve um terminal de embarque e desembarque com dois pavimentos, voltado a recepção de passageiros, visitantes, pilotos e equipe de bordo.

Na lista de facilidades, o site menciona sala de embarque e desembarque, praça de alimentação, acessibilidade, central de rádio, lojas, salas de reunião e sala de apoio operacional. Assim, o empreendimento tenta se aproximar de um padrão de atendimento mais completo, mesmo como aeroporto privado.

O Antares amplia o escopo quando lista atividades e empresas previstas para o complexo. O texto cita centro de distribuição e abastecimento, empresas de logística e manutenção aeronáutica, o que reforça o foco em serviços e suporte técnico.

Além disso, o projeto menciona fábricas de aviões e peças, táxis aéreos, escolas de formação aeronáutica e UTIs aéreas. Por isso, ele tenta se diferenciar de empreendimentos que dependem apenas da pista, ao incluir treinamento e formação de pilotos e profissionais do setor no mesmo ambiente.

A dúvida é comum porque muitas matérias usam a palavra “aeroporto” e citam “homologação”, o que costuma sugerir estrutura pública. No entanto, as fontes institucionais que tratam do empreendimento descrevem o Antares como investimento 100% privado, desenvolvido por um grupo de empresas. Assim, ele não nasce como obra pública municipal, estadual ou federal.

Ainda assim, o projeto precisa cumprir etapas e exigências para operar conforme o perfil pretendido. Por isso, a ANAC entra como parte do processo, já que ela avalia requisitos técnicos e autorizações aplicáveis para abertura e ampliação das operações.

O cronograma divulgado converge para o início de operações no primeiro semestre de 2027. No entanto, esse marco depende da conclusão das obras e da avaliação final. Além disso, o texto associa a abertura ao cumprimento das etapas regulatórias necessárias para o início das atividades.

Já a Prefeitura de Aparecida de Goiânia também trata o avanço das obras como um projeto em desenvolvimento. Por isso, ela menciona diálogo institucional para integrar o empreendimento à infraestrutura local e atrair investimentos para o entorno.

A Prefeitura de Aparecida cita projeções de 3 mil empregos diretos, além de expectativa de atrair centenas de empresas para a região. Com isso, o Antares aparece associado a uma estratégia de desenvolvimento regional ligada à aviação e à logística.

Esse tipo de promessa costuma surgir em polos que combinam pista, hangares e manutenção. Ainda assim, aqui o texto se mantém no que foi divulgado em comunicações institucionais relacionadas ao projeto.

Explicação para tirar a dúvida sobre aeroporto privado

Quando um projeto nasce na iniciativa privada, ele pode operar sob regras diferentes de um aeródromo público, embora ambos sigam exigências técnicas. Por isso, o mais importante é separar titularidade e regime de uso autorizado. No caso do Antares, o empreendimento é privado e depende das autorizações aplicáveis da ANAC para operar e ampliar atividades.

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