Ataque dos EUA e Israel ao Irã expõe força aérea e naval usada na Operação Epic Fury

Jota

28 de fevereiro de 2026

Ataque dos EUA e Israel ao Irã expõe força aérea e naval usada na Operação Epic Fury_Imagem ilustrativa 1
Operação Epic Fury no Irã envolve caças israelenses e mísseis Tomahawk lançados do mar

O ataque dos EUA e Israel ao Irã colocou a aviação militar no centro da nova escalada no Oriente Médio. A ofensiva começou durante a madrugada e abriu um cenário de alerta regional. Ao mesmo tempo, governos e forças armadas divulgaram poucos detalhes técnicos.

Ainda assim, a cobertura internacional já indica um padrão claro: ataque de longo alcance, com múltiplos vetores e janelas sucessivas. Por isso, entender os meios aéreos ajuda a medir alcance, intenção e risco. Além do aspecto militar, a aviação civil também sente o impacto.

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Fontes internacionais atribuíram nomes distintos às ações de cada país. Nos Estados Unidos, parte da imprensa citou o nome Operation Epic Fury. Em Israel, veículos citaram a operação Roaring Lion. No entanto, nem todos os comunicados públicos trazem a mesma padronização.

Por isso, o ponto principal não é o rótulo, e sim o método. A ofensiva aparece como coordenada e escalonada, com foco em alvos militares. Assim, os meios escolhidos ajudam a explicar o que cada lado buscou atingir.

A imprensa especializada citou o emprego de caças israelenses, com destaque para F-35 e F-15. Esses modelos atendem bem a missões de ataque e escolta, principalmente quando há necessidade de precisão. Ao mesmo tempo, eles permitem operar com diferentes perfis de armamento.

Do lado norte-americano, o noticiário apontou meios de apoio e dissuasão já posicionados na região. Entram nesse cenário aviões de superioridade aérea, plataformas de apoio e, principalmente, reabastecimento em voo. Assim, a operação ganha alcance e tempo sobre a área de interesse.

Como os detalhes mudam rápido, números fechados ainda oscilam entre fontes. Portanto, vale tratar quantidades como estimativas, até que haja confirmação oficial.

Operações contra o Irã costumam exigir alcance e persistência. Por isso, a logística aérea vira parte do ataque. Em termos práticos, o reabastecimento em voo amplia a autonomia de caças e reduz a dependência de pistas mais próximas.

Esse fator também explica por que os aviões-tanque aparecem com frequência em relatos. Sem eles, muitas rotas ficam limitadas por combustível, carga e margens de segurança. Assim, a presença de plataformas de reabastecimento indica planejamento e sustentação.

Ao mesmo tempo, o posicionamento de aeronaves em bases regionais costuma ter função dupla. Ele apoia as missões, mas também cria dissuasão para novas respostas. Então, não é só ataque, é postura estratégica.

Relatos publicados nos EUA indicaram o uso de mísseis de cruzeiro Tomahawk lançados do mar. Esse detalhe importa porque reduz a necessidade de entrar em áreas muito defendidas. Além disso, o lançamento naval cria saturação e amplia a imprevisibilidade dos vetores.

Na prática, essa integração entre mar e ar abre duas vantagens. Primeiro, ela diversifica direções de entrada e complica a defesa. Segundo, ela permite manter pressão com baixo risco para tripulações. Assim, o ataque vira uma campanha combinada, e não um único “golpe”.

Também houve menções a mísseis lançados por aeronaves, o que reforça o caráter multidomínio. Ainda assim, o tipo exato de munição aérea varia nas coberturas. Portanto, o mais seguro é falar em mísseis lançados do ar, sem cravar modelos sem fonte oficial.

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As apurações iniciais apontaram alvos militares e estratégicos. Entre eles, apareceram estruturas ligadas a mísseis, comando e controle e infraestrutura militar. Esse conjunto costuma ser escolhido quando o objetivo é reduzir a capacidade de resposta.

Isso também conversa com a lógica de “degradar” sistemas, e não apenas causar dano visível. Quando um ataque mira comando, comunicação e logística, ele limita coordenação e tempo de reação. Assim, mesmo um alvo pontual pode gerar efeito em cadeia.

Alguns relatos ainda citaram ações contra figuras de liderança. Porém, esse tipo de informação costuma gerar ruído e versões conflitantes. Até o momento, não há confirmação oficial sobre resultados.

Após o início da ofensiva, a imprensa registrou lançamentos de mísseis e drones como resposta. Esse padrão já apareceu em outras escaladas recentes na região. Ele busca pressionar a defesa aérea e forçar o consumo de interceptadores.

Em geral, drones servem como isca ou saturação, enquanto mísseis elevam o risco real. Por isso, os sistemas antiaéreos trabalham em camadas, com diferentes envelopes e sensores. Assim, a resposta também vira um teste de prontidão.

Ao mesmo tempo, a região tende a elevar o alerta para bases e instalações sensíveis. Isso influencia a movimentação de aeronaves, proteção de pistas e protocolos de segurança. Então, a aviação militar muda de postura mesmo quando não está atacando.

O que muda para a aviação civil e para as rotas internacionais

Quando há ataque e retaliação na região, o primeiro reflexo costuma ser o fechamento de espaços aéreos. Em seguida, companhias ajustam rotas para reduzir risco. Assim, voos entre Europa e Ásia podem ganhar tempo e custo.

Na prática, um desvio grande muda o consumo de combustível e a escala de tripulação. Isso afeta pontualidade e conexões, principalmente em hubs do Golfo. Ao mesmo tempo, seguradoras e autoridades emitem alertas operacionais.

Nesse contexto, orientações de entidades como a EASA e comunicados de autoridades locais ganham peso.

Muitas perguntas seguem em aberto, e isso é normal em eventos em andamento. Ainda faltam confirmações oficiais sobre quantidades, rotas, bases específicas e lista detalhada de armamentos. Além disso, vídeos em redes sociais costumam misturar datas e locais.

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