A ativação da FEBRAERO Federação Brasileira dos Aeroclubes marcou, na noite de 21 de janeiro de 2026, um marco institucional histórico. Às 20h00, uma Assembleia Geral Extraordinária aprovou o novo estatuto. Além disso, a reunião confirmou a transformação da antiga Federação dos Aeroclubes do Rio Grande do Sul. A entidade, fundada em 1950, passou a atuar como FEBRAERO Federação Brasileira dos Aeroclubes, agora em âmbito nacional.
A ativação foi apresentada como um movimento construído a partir da base. Segundo o comunicado compartilhado aos aeroclubes, a federação gaúcha cedeu sua estrutura. Dessa forma, ela viabilizou a criação formal da FEBRAERO. Ao mesmo tempo, manteve o legado histórico iniciado em 1950. Além disso, ampliou o alcance institucional para todo o país.

Estatuto aprovado define natureza jurídica, sede e alcance nacional
O estatuto aprovado descreve a FEBRAERO como associação civil de direito privado, sem fins lucrativos. Além disso, o texto prevê autonomia administrativa e financeira. Também define atuação em âmbito nacional. O documento registra, de forma expressa, a transformação em federação nacional. Essa decisão ocorreu na AGE, Assembleia Geral Extraordinária, de 21 de janeiro de 2026.
O estatuto fixa sede e foro em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. No entanto, o texto permite criar representações regionais, estaduais ou temáticas. Assim, a entidade pode atuar em qualquer unidade da federação. Dessa maneira, o documento reforça um modelo descentralizado.
Uma federação que nasce com discurso de união e apoio aos aeroclubes
No texto divulgado junto ao anúncio, a FEBRAERO associa seu nascimento à tradição dos aeroclubes. Segundo a mensagem, esses espaços transformam o sonho de voar em carreira, segurança e profissionalismo. Além disso, o material afirma que a federação surge para caminhar junto. Por isso, o foco inclui integrar e conectar iniciativas. Ao mesmo tempo, a proposta é amplificar a voz de cada aeroclube.
Ainda segundo o manifesto, nenhum aeroclube deveria enfrentar seus desafios sozinho. Por isso, a entidade afirma que pretende integrar esforços e apoiar a gestão. Além disso, diz que vai promover boas práticas, segurança e inovação. Da mesma forma, o texto cita gestão moderna como prioridade. Assim, a atuação se apoia em colaboração e força coletiva.
O mesmo material também apresenta a visão institucional da federação. Em síntese, o objetivo é unir, fortalecer e conectar os aeroclubes brasileiros. Além disso, a proposta busca uma aviação civil formadora mais segura e integrada. Dessa forma, cada aeroclube teria voz, apoio e condições de crescimento sustentável.
Finalidade e objetivos incluem representação, fomento e apoio técnico
O estatuto detalha a finalidade da FEBRAERO com foco em promoção e coordenação. Além disso, prevê fomento, representação, apoio e defesa dos aeroclubes brasileiros. O texto também indica atuação cooperativa junto ao poder público. Da mesma forma, menciona interlocução com órgãos e entidades do setor.
Entre os objetivos listados, o documento menciona a promoção da educação aeronáutica. Além disso, cita a preservação do patrimônio histórico da aviação. O estatuto também prevê articulação nacional e padronização de boas práticas. Ainda assim, destaca a possibilidade de apoio técnico aos aeroclubes associados. Esse apoio inclui áreas administrativas, contábeis, regulatórias e jurídicas. Por fim, o texto prevê produzir e divulgar dados e indicadores do sistema aeroclubista.
Diretoria de Transição da FEBRAERO eleita na noite de 21 de janeiro de 2026
Na mesma assembleia, os participantes elegeram a Diretoria de Transição. Assim, o grupo passa a conduzir os próximos passos da entidade. Além disso, a composição reúne representantes de diferentes estados. Dessa forma, a diretoria reflete a proposta de atuação nacional.
Presidente: Jolando Gatto – Aeroclube de Marília (SP)
1º vice-presidente: Aleques Machado Martins – Aeroclube de Santa Maria (RS)
2º vice-presidente: José Rezende Neto – Aeroclube de Guarapuava (PR)
Secretário: Cesar Augustus Mazzoni – Aeroclube de Tatui (SP)
Secretário adjunto: Artur Dal Pai Tomasetto – Aeroclube de Veranópolis (RS)
Tesoureiro geral: João Vitor Mendes – Aeroclube de Marília (SP)
Tesoureiro adjunto: Cassiano Corazza – Aeroclube de Palmeiras das Missões (RS)
1º Diretor: Armando Pettinelli – Aeroclube de Ijuí (RS)
2º Diretor: Antoniebi Torres – Aeroclube de Tatui (SP)
3º Diretor: Jeferson Luis Rezende – Aeroclube de Guarapuava (PR)
Conselho Fiscal: Marcelo Mallmann Sulzbach – Aeroclube de Canela (RS)
Conselho Fiscal: Carolina Foganholo – Aeroclube de Marilia (SP)
Conselho Fiscal: Karin Schumacher – Aeroclube de Rio Negrinho (SC)
Suplente Conselho Fiscal: Domingos Afonso Almeida de Deus – Aeroclube de Tatui (SP)
Suplente Conselho Fiscal: Alexandre Frigo – Aeroclube de Garibaldi (RS)
Transição tem prazo indicado no estatuto
O estatuto registra uma regra de transição para o início da FEBRAERO. Os dirigentes eleitos na assembleia de 21 de janeiro de 2026 exercem mandato até 21 de julho de 2026. Depois disso, a entidade deverá convocar eleição para a primeira diretoria da FEBRAERO.
O documento também lista aeroclubes que constam como membros na aprovação do estatuto. Entre eles estão Ijuí, Santa Maria, Rio Negrinho, Tatui, Marília, Guarapuava, Canela e Garibaldi. Além disso, aparecem diversas cidades do Rio Grande do Sul. Com isso, a ativação da FEBRAERO Federação Brasileira dos Aeroclubes registra uma composição inicial com participação de diferentes estados.






