Emergência PAN PAN no voo AD4031 da Azul após alerta de fumaça

Jota

5 de agosto de 2025

Aviao-da-Azul-declara-PAN-PAN-em-Viracopos_Credito-Golf-Oscar-Romeo

Na noite de 4 de agosto de 2025, o voo AD4031 da Azul Linhas Aéreas declara PAN PAN fumaça no porão chamou atenção ao declarar emergência durante a operação entre Campinas (VCP) e Curitiba (CWV). A tripulação recebeu alerta de fumaça no compartimento de carga, comunicou o controle de tráfego aéreo e ativou todos os protocolos de segurança. Segundo o canal de YouTube Golf Oscar Romeo, especializado em transmitir imagens e áudio das operações aéreas nos aeroportos, o alerta foi transmitido sem demora e gerou resposta coordenada das equipes.

Avião da Azul declara PAN PAN em Viracopos_Crédito Golf Oscar Romeo

Com o alerta emitido, as equipes de apoio do Aeroporto de Viracopos se mobilizaram imediatamente e de forma coordenada. Enquanto caminhões dos bombeiros aguardavam próximos à pista, outros veículos de apoio se posicionavam estrategicamente para acompanhar a aeronave até o pátio. Assim, todos permaneceram prontos para agir em qualquer eventualidade. Como resultado, o procedimento ocorreu com precisão e demonstrou, mais uma vez, o alto nível de preparo da companhia aérea e da equipe de solo.

Após o pouso, mecânicos e técnicos inspecionaram o porão de carga utilizando sensores e verificações visuais. Apesar dos indícios percebidos durante o voo, não encontraram sinais de fumaça, fogo ou risco adicional. Com a situação controlada, o desembarque dos passageiros foi sendo feito de maneira segura e normal. Segundo registros operacionais, o AD4031 partiu de Curitiba (CWB) e pousou em Viracopos (VCP) com apenas um minuto de atraso — programado para 18h30, aterrissou às 18h31. A operação foi realizada por um Embraer 195‑E2 com cerca de um ano de uso, configurado para 118 assentos e com histórico de pontualidade superior a 90%.

Embora incidentes com suspeita de fumaça sejam raros, eles exigem reação imediata e coordenação eficiente. Por exemplo, em novembro de 2021, um voo da Azul (AD‑4327, entre Goiânia e Campinas) precisou pousar de emergência em Brasília após os pilotos relatarem cheiro de fumaça a bordo. Na ocasião, os passageiros desembarcaram diretamente na pista, enquanto a empresa comunicou que o procedimento ocorreu devido a “problemas técnicos”, sem confirmação de fogo ou feridos. Por isso, episódios dessa natureza reforçam ainda mais a importância dos treinamentos constantes e da capacidade de resposta rápida de tripulações e equipes de solo.

Em casos como esse, os pilotos seguem protocolos rigorosos. Eles declaram PAN PAN ao Controle de Tráfego Aéreo ATC, isolam sistemas elétricos não essenciais, acionam a ventilação auxiliar e coordenam o apoio no solo. Dessa maneira, mantêm a cabine segura até o pouso. Após o desligamento dos motores, técnicos realizam varredura completa antes de autorizar o desembarque dos passageiros.

Canais independentes como o Golf Oscar Romeo contribuem para a transparência na aviação. Isso acontece porque a divulgação de imagens e relatos detalhados amplia a compreensão do público sobre os procedimentos adotados. Dessa forma, a confiança na eficiência dos protocolos de segurança se fortalece.

O episódio do voo AD4031 terminou sem feridos e com todos os procedimentos cumpridos de forma exemplar. A atuação rápida da tripulação e a estrutura de apoio do aeroporto confirmam que a aviação segue como um dos meios de transporte mais seguros do mundo, sustentada por equipes bem treinadas e protocolos de alto nível.

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