A debandada na FAB em 2026 voltou ao centro do debate após a Sociedade Militar publicar um levantamento com portarias de demissão divulgadas nas primeiras semanas de janeiro. Segundo a reportagem, os atos indicam que a saída voluntária nas Forças Armadas deixou de atingir apenas jovens oficiais. Além disso, o texto afirma que o movimento já alcança oficiais superiores, majores aviadores e pilotos instrutores, além de perfis de áreas técnicas e de saúde.
O tema também dialoga com o histórico recente. Em outubro de 2025, o AeroJota publicou uma matéria sobre evasão na aviação militar e registrou dados daquele ano. Agora, a discussão retorna com um recorte documental de janeiro de 2026, porque a Sociedade Militar reuniu publicações oficiais e descreveu um conjunto de desligamentos voluntários no período.

O que as portarias de janeiro indicam
O levantamento reúne 15 portarias publicadas nas primeiras semanas de janeiro de 2026 com pedidos de demissão voluntária do serviço ativo. Há registros envolvendo militares da Força Aérea Brasileira e da Marinha do Brasil. Portanto, o tema não se limita a uma única Força, o que amplia o alcance do assunto.
Ao mesmo tempo, o ponto mais sensível está no perfil de parte dos desligamentos. A lista não fica restrita a oficiais no início da carreira, como tenentes e capitães. Por isso, o período chama atenção por incluir graduações mais altas, dentro do conjunto de atos publicado.
Além disso, o volume concentrado de portarias em um intervalo curto de tempo chama atenção dentro do próprio contexto administrativo. Quando vários pedidos de demissão aparecem em sequência, o registro deixa de ser episódico e passa a mostrar um fluxo perceptível nas publicações oficiais.
Por que majores aviadores e pilotos instrutores entram no foco
A presença de majores aviadores na lista chama atenção porque se trata de oficiais que já ultrapassaram a fase inicial da carreira. Além disso, esse perfil costuma concentrar experiência operacional relevante e, em alguns casos, funções de liderança e instrução. Assim, o tema ganha peso quando envolve profissionais ligados diretamente à formação de novos pilotos.
Outro ponto recorrente é que a saída de um piloto não se resume a um número. O debate envolve anos de formação, treinamento e experiência acumulada. Portanto, quando o conjunto inclui perfis mais experientes, ele também toca em retenção de conhecimento e continuidade da formação.
Além disso, oficiais com esse perfil costumam representar uma ponte entre a formação inicial e a atividade operacional plena. Por isso, quando esses militares optam pelo desligamento, o impacto não se limita à linha de voo. Ele também atinge a capacidade de transmitir doutrina, padronizar procedimentos e manter a continuidade do processo formativo dentro da aviação militar.
O conjunto de atos de janeiro na Aeronáutica
As portarias do Comando da Aeronáutica citadas no levantamento registram desligamentos voluntários do serviço ativo neste início de ano. Além disso, o material apresenta referências às publicações e indica que os atos saíram no Diário Oficial. O AeroJota não reproduz nomes, porém mantém o ponto central: o conjunto se apoia em publicações oficiais mencionadas na reportagem.
O material também não se limita a uma única especialidade. Por isso, aparecem perfis diferentes no período, o que reforça a leitura de que o tema envolve áreas consideradas estratégicas para a estrutura e para a capacidade operacional.
Marinha do Brasil também aparece no levantamento
No mesmo período, há portarias da Marinha do Brasil publicadas em janeiro de 2026 confirmando pedidos de demissão de oficiais, inclusive na área médica. Além disso, a reportagem menciona normas relacionadas à transferência para a reserva ou à demissão a pedido. Assim, o material descreve um fluxo que passou a exigir regras mais frequentes e detalhadas, ao menos no contexto apresentado.
Com isso, o debate se amplia e não fica restrito à FAB. Portanto, o levantamento publicado aparece como um assunto que alcança segmentos diferentes dentro das Forças Armadas.
Motivos citados para a saída voluntária
Entre os motivos citados, aparecem melhores salários, previsibilidade de rotina e condições de trabalho no setor civil. No caso da aviação, surge a comparação com o mercado privado, com menções a jornadas mais previsíveis e a condições financeiras mais atrativas. O AeroJota registra esses pontos como informações atribuídas à reportagem, sem validação independente de valores.
Além disso, o texto descreve uma rotina que soma horas de voo, escalas e tarefas administrativas. Assim, o contraste com o setor civil surge como um elemento relevante dentro do panorama apresentado, sobretudo quando a discussão envolve instrutores e aviadores com mais tempo de carreira.
Contexto salarial citado pela própria Sociedade Militar
Em outra reportagem publicada em janeiro de 2026, a Sociedade Militar abordou a distância salarial entre cúpula e base nas Forças Armadas e afirmou que o Alto Comando integra o grupo dos 1% mais ricos do país. O AeroJota cita esse conteúdo como parte do debate público em curso. Ainda assim, o site não estabelece relação causal direta entre esse tema e as portarias listadas no levantamento de janeiro.
Portanto, esse ponto deve ser lido como um recorte adicional publicado pela mesma fonte, e não como explicação automática para os desligamentos citados.
O que fica documentado no início de 2026
Com base no levantamento publicado, a debandada na FAB em 2026 começa o ano com um registro sustentado por portarias divulgadas em janeiro. Além disso, o material reforça que o debate não se limita a oficiais jovens, já que inclui oficiais superiores, majores aviadores e pilotos instrutores.
Por fim, o AeroJota seguirá acompanhando novas publicações e atualizações sobre o assunto, sempre com referência explícita à fonte e aos atos citados quando houver novos levantamentos documentados.






