Estrondo no céu no Sul Fluminense assusta moradores e levanta hipótese de boom sônico

Jota

27 de fevereiro de 2026

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Estrondo no céu virou assunto em minutos no Sul Fluminense, depois que moradores relataram dois estrondos e vibração em casas na manhã desta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026.

Muita gente descreveu o som como explosão, e alguns relatos mencionaram ruído parecido com motor de aviões a jato logo na sequência, o que aumentou a curiosidade.

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Logo após os estrondos, circularam mensagens sugerindo queda de aeronave, e isso fez o Corpo de Bombeiros checar uma área indicada por moradores. Ainda assim, a equipe não encontrou qualquer ocorrência e tratou o chamado como falso acionamento.

Esse detalhe importa porque, sem destroços e sem registro de acidente, o caso passa a depender do que vídeos e áudios conseguem mostrar.

Câmeras em bairros da região registraram o áudio dos dois estrondos, com poucos segundos de diferença entre eles, e isso reforçou a discussão nas redes.

Além disso, algumas gravações deixam ouvir, logo depois, um ruído que moradores associaram a motor de aeronave, o que costuma aparecer em episódios de passagem rápida.

Por causa desse padrão, parte da cobertura local passou a tratar a hipótese de boom sônico, que é o “estrondo” gerado quando uma aeronave ultrapassa Mach 1, ou seja, a velocidade do som.

Ainda assim, o ponto central permanece aberto: mesmo que o cenário “pareça” boom sônico, ninguém explicou por que a manobra teria ocorrido ali e naquele horário, ao menos até a última atualização pública.

Os comentários nas redes mencionaram dois jatos e apontaram para caças da Força Aérea Brasileira, e isso encaixa na lógica de dois estrondos muito próximos. No entanto, não existe confirmação oficial do modelo ou da unidade envolvida.

Para contexto, o Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAvCa) fica baseado na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e opera caças F-5 modernizados (F-5EM), que têm desempenho supersônico.

A confirmação costuma depender de nota oficial, de agenda de treinamento divulgada, ou de relatos institucionais que vinculem atividade aérea ao horário citado pelos moradores. Enquanto isso, a cobertura regional segue tentando obter posicionamento da FAB.

Se surgir uma explicação formal, ela também deve indicar se o voo seguiu algum procedimento específico, já que o boom sônico pode ocorrer em treinamento, interceptação, deslocamento urgente ou teste, dependendo do contexto.

Nas redes sociais, moradores levantaram a hipótese de dois caças F 5.
Algumas postagens citam rompimento da barreira do som na região.
Um vídeo no YouTube também repercute essa possibilidade, com base nos relatos.
Ainda assim, não há confirmação oficial sobre o modelo ou a unidade envolvida.
Por isso, o caso segue tratado como hipótese, até surgir um posicionamento formal.