Gastos da Força Aérea Brasileira com Flores, orquídeas e rosas, podem chegar a R$ 413 mil
FAB abre licitação e prevê até R$ 413 mil em arranjos e coroas de flores
Os gastos da Força Aérea Brasileira com flores voltaram ao debate após a divulgação de uma licitação que prevê a contratação de arranjos e coroas florais para eventos institucionais. O processo estabelece um valor estimado de até R$ 413 mil, mas não representa despesa já realizada.

As informações foram divulgadas pelo site Metrópoles, na coluna do jornalista Paulo Cappelli, e se referem a um procedimento administrativo ainda em fase de contratação.
O que a licitação prevê contratar
De acordo com a apuração publicada, a licitação contempla arranjos florais naturais e artificiais, além de coroas, buquês e vasos de vidro. Entre as espécies listadas aparecem rosas, orquídeas, crisântemos, flores-do-campo e flores tropicais, organizadas conforme o tipo de evento previsto.
O material técnico descreve que os itens seriam utilizados em almoços e jantares institucionais, cerimônias militares, passagens de comando, formaturas e recepção de autoridades nacionais e estrangeiras.
Itens e valores estimados no processo
A relação divulgada aponta que o item de maior valor unitário envolve buquês de rosas, com centenas de unidades previstas. Também aparecem orquídeas em cachepot de madeira, além de arranjos de diferentes tamanhos e composições florais.
Os valores apresentados funcionam como teto estimado da contratação, prática comum em licitações públicas, e podem sofrer alterações conforme a execução contratual e a demanda efetiva ao longo do período.
Exigências de qualidade e critérios técnicos
O estudo técnico mencionado na reportagem estabelece critérios claros de qualidade. As flores devem ser entregues frescas, sem sinais de murchamento, manchas ou folhas danificadas, além de manter boa apresentação visual durante o tempo do evento.
O documento também recomenda, sempre que possível, o uso de flores da estação, buscando melhor durabilidade e adequação ao contexto institucional.
Para quais unidades seria o fornecimento
Segundo o levantamento publicado, a contratação atenderia estruturas como o Gabinete do Comandante da Aeronáutica, o Centro de Inteligência da Aeronáutica, o Comando-Geral de Pessoal e o Grupamento de Apoio de Brasília.
Assim, o fornecimento aparece vinculado a atividades formais e protocolares da administração aeronáutica, sem relação direta com operações aéreas ou atividade-fim da Força Aérea.
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