Piso de hangar cede em Congonhas e provoca afundamento de Gulfstream G600 matrícula PP-ARA
Incidente no Aeroporto de Congonhas faz Gulfstream G600 afundar em hangar e mobiliza equipes
O caso em que um Gulfstream G600 afunda em hangar em Congonhas chamou atenção nesta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, ao envolver um jato executivo de grande porte em uma ocorrência incomum no aeroporto paulista. Em imagens que circularam nas redes, foi possível ver equipes no pátio. Também apareceram viaturas de combate a incêndio próximas ao hangar.

O que aconteceu no hangar e por que a retirada exigiu cuidado
Segundo relatos divulgados por pessoas que acompanharam o caso, o piso de um hangar cedeu. Com isso, houve o afundamento do trem de pouso esquerdo do jato. A aeronave ficou parcialmente presa ao solo. Por essa razão, foi necessária uma operação especial de retirada.
No mesmo contexto, a presença de caminhões de incêndio no local foi descrita como medida preventiva. Esse tipo de apoio costuma aparecer quando há manobra em condição anormal. Publicações também apontaram que ninguém se feriu.
Qual era a aeronave envolvida e por que ela chamou atenção
O jato citado nas publicações é um Gulfstream G600 de matrícula PP-ARA, a aeronave está registrada em nome da Immobiliare Administradora de Imóveis Próprios. Além disso, este é o primeiro G600 em operação no Brasil.
Registros fotográficos do PP-ARA em Congonhas já apareciam em bancos de imagens especializados. Essas imagens existem antes do incidente. Isso reforça que a aeronave opera ou transita pelo aeroporto com regularidade.
O que um G600 representa na aviação executiva
O G600 é um jato executivo de longo alcance. Ele costuma operar missões internacionais e domésticas de alta demanda. Segundo dados do fabricante, o modelo tem cruzeiro de alta velocidade. Ele também oferece alcance divulgado para ligar pares de cidades com grande distância. Esse perfil é típico da família Gulfstream.
Em relação a valor, publicações recentes variam a estimativa de preço de um G600 novo. A cifra muda conforme configuração e mercado. Mesmo assim, os números ficam na casa de dezenas de milhões de dólares. Por isso, o caso repercutiu fora do nicho aeronáutico.
Porque “piso que cede” vira um problema grande mesmo sem colisão
Quando o solo perde capacidade de suporte, o risco não é apenas estético. O peso fica concentrado no conjunto do trem de pouso. Isso pode gerar esforços fora do padrão. Além disso, a situação dificulta o reposicionamento seguro do avião.
Por essa razão, a remoção costuma exigir planejamento. A intenção é evitar que o afundamento aumente durante a manobra. Até o momento, as informações públicas se concentram no afundamento do trem de pouso. Elas também falam da operação de retirada.
Ainda não há detalhes públicos sobre quais técnicas foram usadas. Não foi informado se houve uso de macacos, pranchamento ou placas metálicas. Também não apareceu confirmação de guindastes ou airbags. Portanto, o que se sabe com clareza é o resultado. O piso cedeu, o trem afundou e a retirada exigiu uma operação dedicada.
Congonhas já teve histórico de colapso de estrutura de hangar
Embora o caso atual envolva o piso, o aeroporto de Congonhas já apareceu em reportagens internacionais por colapso de estrutura. Em janeiro de 2015, por exemplo, a imprensa especializada registrou a queda do telhado de um hangar. O colapso ocorreu durante uma tempestade. Na ocasião, houve danos a aeronaves que estavam no interior.
Esse antecedente não significa relação direta com o episódio de 2026. Mesmo assim, ele ajuda a contextualizar o tema. Ocorrências envolvendo estruturas de hangar chamam atenção. Elas costumam envolver alto valor patrimonial. Além disso, podem trazer risco operacional e impacto em rotinas de pátio.
Próximos passos esperados após o incidente
Com o jato removido, o passo natural é a inspeção do local. Também se espera avaliação de eventuais danos no trem de pouso. Entram ainda componentes próximos da área afetada. Além disso, deve haver análise das condições da área do hangar. O objetivo é evitar recorrência.

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