Piloto da Latam preso em Congonhas chama atenção por ocorrer já dentro da aeronave
A Polícia Civil de São Paulo prendeu um piloto da Latam na manhã desta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. A equipe entrou na aeronave quando a tripulação já se preparava para decolar. Por isso, o caso chamou atenção por ocorrer já a bordo, ainda no solo. A ação integrou a Operação: Apertem os Cintos, conduzida pela Polícia Civil.

Operação Apertem os Cintos mira investigação de exploração sexual e abuso contra menores
A Operação Apertem os Cintos apura suspeitas ligadas à exploração sexual de crianças e adolescentes, segundo informações divulgadas pelas autoridades e repercutidas pela imprensa. Além disso, as reportagens apontam que a investigação trata de crimes graves e segue em andamento. Ainda assim, o procedimento ocorre sob sigilo típico desse tipo de apuração. A polícia relaciona o caso a uma estrutura investigada por unidades especializadas.
Polícia Civil cumpre mandados e concentra diligências em SP, Congonhas e Guararema
A Polícia Civil afirmou que a operação cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra investigados e dois mandados de prisão temporária. Ao mesmo tempo, as diligências ocorreram em São Paulo, em Congonhas e em Guararema, de acordo com o que foi divulgado. Além disso, as reportagens citam o emprego de 32 policiais civis e 14 viaturas na ação. Dessa forma, a operação reuniu equipes e logística para executar as ordens judiciais.
Segundo a Polícia, o Cmte Sérgio Antônio Lopes tem 60 anos, atua na Latam há 28 anos. Ele entrou na empresa em março de 1998 e que ele participa do esquema há ao menos oito anos. Além disso, a corporação aponta suspeitas de crimes como pornografia infantil e estupro de vulnerável no contexto investigado. Segundo a apuração policial, o suspeito teria pago para ter acesso a três menores de idade, enquanto uma mulher também acabou presa na mesma ação desta manhã.
Inquérito começou em outubro de 2025 e inclui crimes como estupro de vulnerável
As informações divulgadas indicam que a polícia abriu o inquérito em outubro de 2025. Em seguida, a apuração passou a reunir elementos sobre crimes como estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição e exploração sexual de criança e adolescente, entre outros tipos citados. Além disso, as reportagens apontam a existência de vítimas menores de idade no conjunto investigado. Ainda assim, as autoridades mantêm a apuração em curso e podem avançar com novas diligências.
Latam cita o voo LA3900 e diz que a operação seguiu normalmente
Em nota divulgada à imprensa, a Latam informou que tomou conhecimento do ocorrido durante o embarque do voo LA3900, na rota Congonhas–Santos Dumont. Ainda assim, a companhia afirmou que o voo operou normalmente. Além disso, a empresa declarou que abriu apuração interna e se colocou à disposição das autoridades. Dessa forma, a Latam indicou colaboração com o andamento das investigações.
Ocorrência policial no solo exige coordenação com aeroporto e empresa
Quando uma ação policial ocorre antes da decolagem, as equipes costumam priorizar segurança operacional e coordenação com o aeroporto e a companhia. Por isso, o andamento do voo depende do tempo de diligência e das decisões das autoridades no local. Ao mesmo tempo, a empresa precisa seguir seus protocolos internos e orientar tripulação e passageiros. Neste episódio, a Latam afirmou que a operação do voo seguiu sem impacto.
Caso segue em investigação e pode ter novos desdobramentos oficiais
Como a investigação continua, o quadro pode mudar com novas diligências e com a análise do material apreendido. Além disso, eventuais manifestações formais da defesa, do Judiciário e das autoridades podem trazer detalhes adicionais. Ainda assim, o AeroJota acompanha o caso e atualiza o leitor quando surgirem confirmações oficiais. Por fim, o episódio reforça como operações policiais podem alcançar também ambientes aeroportuários, mesmo instantes antes da decolagem.




