O pouso de emergência Learjet 40 em Viracopos mobilizou equipes do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na tarde de segunda-feira, 19 de janeiro. A tripulação reportou indicação de problema técnico, e a operação seguiu os protocolos de segurança previstos para esse tipo de ocorrência.

Pouso de emergência Learjet 40 em Viracopos e o áudio do piloto
Em transmissão ao vivo do canal Golf Oscar Romeo, é possível ouvir o contato do piloto com a Torre Campinas por volta de 15h56. Na comunicação, o comandante informa que o jato indicava falha no sistema de freio e que talvez não conseguisse taxiar para liberar a pista após o pouso.
Pista reservada e pouso às 15h58
Segundo a Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), concessionária que administra o terminal, a aeronave de matrícula PS-LUC (LJ40) seguia de Sorocaba (SP) para Brasília (DF) quando comunicou a suspeita de pane e solicitou o procedimento. A ABV informou que a pista foi reservada às 15h53, e o pouso ocorreu às 15h58, sem intercorrências.
Taxiado após verificações e operação mantida
Após o toque e a parada inicial, os bombeiros aeroportuários acompanharam a aeronave e fizeram verificações, como ocorre em procedimentos de emergência. Em seguida, o Learjet taxiou normalmente para o pátio. A concessionária também declarou que não houve impacto na operação do aeroporto, que seguiu funcionando normalmente.
Procedimento padrão em falhas de freio
Em aeronaves executivas, uma indicação de falha no sistema de freios nem sempre significa perda total de frenagem. Por isso, a tripulação costuma tratar o alerta como prioridade e já ajusta o procedimento de aproximação e pós-pouso. Além disso, esses sistemas trabalham com redundâncias e avisos preventivos, o que ajuda a controlar o risco com antecedência. Assim, o acionamento dos bombeiros aeroportuários ocorre de forma protocolar, garantindo prontidão para qualquer cenário. Enquanto isso, a equipe acompanha a aeronave após o toque e observa sinais como aquecimento ou necessidade de verificação adicional. Ainda assim, na maioria das ocorrências, as inspeções iniciais liberam o deslocamento e o avião consegue taxiar normalmente, como ocorreu em Viracopos.





