Primeiro Gripen montado no Brasil entra na reta final
O primeiro Gripen montado no Brasil entrou na fase mais sensível do cronograma, porque a entrega deixou de ser apenas uma previsão industrial. Segundo a Saab, a aeronave pode ser entregue à Força Aérea Brasileira (FAB) ainda no primeiro trimestre, com janela citada até março.

Primeiro Gripen montado no Brasil e o novo prazo divulgado
A Saab informou a expectativa de entrega do primeiro Gripen montado no Brasil após uma atualização de prazo que circulou em publicações do setor. Antes disso, havia referência de conclusão em 2025, porém a fabricante passou a indicar o primeiro trimestre como novo horizonte operacional.
Onde o caça está sendo montado no Brasil
A montagem final ocorre nas instalações da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, onde a linha foi estruturada para receber etapas críticas do processo. Esse ponto importa porque o Brasil passou a concentrar atividades que vão além de manutenção ou apoio, com capacidade industrial vinculada ao programa.
O que muda com a montagem local do Gripen
O marco do primeiro Gripen montado no Brasil tem peso simbólico e prático. Na prática, ele confirma a transferência de tecnologia prevista no contrato e, ao mesmo tempo, consolida uma cadeia produtiva com participação nacional em fases de integração e montagem.
O pedido da FAB e como o Gripen é chamado no Brasil
A FAB tem um pedido firme de 36 caças Gripen E e F contratado em 2014, dentro do programa FX 2, ou Programa F X 2, que é a seleção do novo caça de combate da Força Aérea Brasileira. No Brasil, o Gripen E recebe a designação F 39E Gripen, que é o nome militar usado pela FAB para a versão de assento único.
A capacidade industrial citada pela Saab e o contexto global
A Saab também relaciona a expansão de linhas dentro e fora da Suécia a um esforço para elevar capacidade de produção. Em declarações recentes ao setor, a empresa citou ambição de atingir uma taxa anual mais alta somando suas linhas, o que inclui o avanço industrial no Brasil e potenciais demandas externas.
Por que esse passo pode impactar o futuro do programa no país
O primeiro Gripen montado no Brasil funciona como um divisor de águas porque cria referência real de prazo, processo e qualidade dentro da planta. Além disso, ele reforça a lógica de longo prazo do programa, que combina entrega de aeronaves, capacitação técnica e amadurecimento industrial.






