Primeiro vertiporto de táxi aéreo em Tel Aviv marca nova fase da mobilidade aérea
Israel escolhe Atidim Park para inaugurar vertiporto e entrar no mapa global dos eVTOLs
Primeiro vertiporto de táxi aéreo em Tel Aviv surge em meio à expansão mundial dessa infraestrutura
Tel Aviv deu um passo concreto rumo aos táxis aéreos elétricos. Segundo anúncios divulgados em 1º de janeiro de 2026, a cidade deve receber o primeiro vertiporto de Israel O projeto foi apresentado como ATIDIM Vertiport e deve ficar no Atidim Park, um complexo empresarial e tecnológico no norte de Tel Aviv.

Primeiro vertiporto de táxi aéreo em Tel Aviv nasce em um polo de tecnologia
A escolha do Atidim Park segue uma lógica de mobilidade urbana. Afinal, a área concentra empresas, serviços e um fluxo diário que favorece operações de curta distância. Além disso, o vertiporto aparece como infraestrutura “de base” para um ecossistema maior. Por isso, ele tende a evoluir por etapas, com testes e ajustes graduais.
Primeiro vertiporto de táxi aéreo em Tel Aviv começa com entregas médicas
Na fase inicial, o ATIDIM Vertiport deve apoiar entregas médicas, com foco em acelerar o transporte de itens críticos. Assim, o projeto começa pela logística, antes de avançar para passageiros. Segundo relatos publicados na imprensa, uma demonstração preliminar ocorreu no próprio complexo. Nessa etapa, a operação ajudou a ilustrar o uso do conceito na rotina local.
O que é um vertiporto e por que ele é o “aeroporto” dos eVTOLs
Um vertiporto funciona como infraestrutura de pouso, decolagem e suporte em solo para aeronaves de decolagem e pouso vertical. Dessa forma, ele reúne procedimentos, segurança e padronização operacional. No entanto, diferente de um heliporto tradicional, o vertiporto costuma nascer com a meta de alta rotatividade. Por isso, ele tende a priorizar integração com a cidade e com outros modais.
Quando os táxis aéreos com passageiros podem aparecer
Fontes ligadas ao anúncio indicaram uma projeção de operação pública comercial em cerca de três anos. Ainda assim, esse horizonte depende de certificações, regras e amadurecimento do modelo operacional. Por outro lado, iniciar com logística médica reduz complexidade e acelera aprendizados. Assim, rotas, protocolos e coordenação com autoridades evoluem antes do embarque de passageiros.
Vertiportos já existem em outros países e o movimento tende a acelerar
Além de Tel Aviv, o Reino Unido já apresentou um vertiporto operacional de demonstração em Coventry, chamado Air One. O projeto foi descrito como um hub funcional para drones e eVTOLs, exibido ao público em 2022.
Na França, o Groupe ADP e a Skyports inauguraram, em Pontoise-Cormeilles, um terminal-testbed – campo de provas -, voltado a operações futuras de eVTOL. Assim, o local serve como ambiente de testes para conceitos de terminal e integração operacional.
Enquanto isso, Dubai anunciou avanço em uma rede de táxis aéreos com novas localizações de vertiportos. Entre os pontos divulgados, aparecem Dubai Mall e Atlantis the Royal, dentro da estratégia da Dubai Air Taxi Network.
Nos Estados Unidos, cidades e aeroportos também publicaram planos para preparar infraestrutura e regulação. Orlando, por exemplo, mantém iniciativas formais de planejamento e trabalha com o tema como parte da estratégia de mobilidade futura.
Por isso, o anúncio de Tel Aviv não surge isolado. Na prática, a infraestrutura de vertiportos começa a se espalhar, ainda que muitas iniciativas sigam em testes ou implantação.
O que o anúncio sinaliza para a aviação global
O movimento de Tel Aviv ocorre em um contexto internacional de preparação para a mobilidade aérea avançada. Portanto, o caso reforça uma tendência: antes do “táxi aéreo”, vem a infraestrutura e a regulação.
Além disso, projetos de vertiportos atraem empresas de planejamento, tecnologia e operação. Assim, a disputa passa a ser também por padronização, integração urbana e viabilidade econômica do modelo.
Por que Tel Aviv e Atidim viram vitrine desse tipo de projeto
Tel Aviv tem um ambiente forte de tecnologia e inovação, o que favorece pilotos e parcerias. Assim, o ATIDIM Vertiport pode virar vitrine de protocolos e integração com a cidade.
Por fim, o anúncio indica uma mudança prática: falar de táxi aéreo deixa de ser só conceito. A partir daqui, o tema vira obra, cronograma e operação experimental, com metas e etapas definidas.

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