Prontidão da FAB em 2025 e 2026: frota apertada, formação pressionada e pilotos saindo

Prontidão da FAB em 2025 e 2026 frota apertada, formação pressionada e pilotos saindo 2

Depois do choque com o volume de voos para autoridades, a pergunta central vira prontidão. Esta Parte 2 organiza o que está por trás do debate: frota pressionada, transição lenta de vetores, manutenção pesada e perda de capital humano. O AeroJota já noticiou que a evasão de pilotos militares somou 59 baixas em 2025, dado que reforça a percepção de desgaste na carreira e de redução de previsibilidade. Em paralelo, a FAB criou um Grupo de Trabalho para reavaliar a instrução aérea inicial e operacional, com prazo de conclusão até o fim de março de 2026, indicando que o cobertor está curto até na formação. O texto não depende de nota oficial para apontar o óbvio: se parte relevante do esforço vira transporte rotineiro, a conta tende a cair no que é menos visível ao público, como horas de voo, treinamento e disponibilidade. Ao final, a matéria liga diretamente com a Parte 1