Futuro dos A-4 da Marinha entra em debate e pressiona decisão sobre a aviação de caça naval

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Uma análise publicada pelo site Tecnodefesa, assinada por Paulo Roberto Bastos Jr., recolocou em pauta um tema estratégico para a Marinha do Brasil: o futuro dos A-4 Skyhawk, designados AF-1. Com a frota se aproximando do limite operacional e sem substituto oficialmente anunciado, o debate passa a envolver não apenas a aposentadoria dos caças, mas a continuidade da própria aviação de caça naval brasileira.

14 MAR 2026 Esquadrilha da Fumaça em Divinópolis abre a manhã com apresentação no aeroporto

A Esquadrilha da Fumaça fará demonstração em Divinópolis (MG) no sábado, 14/03/2026, às 10h, no Aeroporto Brigadeiro Antônio Cabral. A divulgação local conecta o show ao Mês da Mulher e recomenda que o público chegue com antecedência. O aeroporto fica na Av. Márcio Notini, 100, bairro Juza Fonseca. Divinópolis tem 231.091 habitantes no Censo 2022 e fica próxima de cidades como Itaúna, Nova Serrana, Pará de Minas e Belo Horizonte. A orientação é usar roupas confortáveis, manter hidratação e respeitar as áreas demarcadas, evitando drones, pipas e balões.

28 MAR 2026 Esquadrilha da Fumaça em Patos de Minas volta após quase 20 anos e já tem local confirmado

A Esquadrilha da Fumaça volta a Patos de Minas (MG) em 28/03/2026, às 16h, com demonstração na Rua Vereador José Augusto Ferreira, no Residencial Universitário, entre o Bairro Barreiro e a área do futuro campus da UFU. Segundo a FAB em visita técnica, o local precisou de avaliação por segurança, já que as manobras não podem ocorrer sobre áreas habitadas e dependem de análise de relevo e obstáculos. Durante o evento, haverá locução ao vivo de um piloto e tenda com itens institucionais. A recomendação é chegar cedo, hidratar-se e seguir as orientações da organização.

Ataque dos EUA e Israel ao Irã expõe força aérea e naval usada na Operação Epic Fury

Ataque dos EUA e Israel ao Irã expõe força aérea e naval usada na Operação Epic Fury_Imagem ilustrativa 1

Ataque dos EUA e Israel ao Irã colocou a aviação militar no centro da nova escalada no Oriente Médio. As apurações internacionais apontam uma ofensiva combinada, com emprego de caças israelenses e integração com vetores de longo alcance. Parte da cobertura menciona mísseis de cruzeiro lançados do mar, além de armamento lançado por aeronaves, o que reforça o caráter multidomínio. Entre os alvos citados, aparecem estruturas ligadas a mísseis, comando e controle e infraestrutura militar, ainda com detalhes variando entre fontes. Após o ataque, a reação iraniana incluiu drones e mísseis, elevando o alerta de defesa aérea na região. Como efeito imediato, o cenário também pressiona a aviação civil, com ajustes de rotas e possíveis fechamentos de espaço aéreo, enquanto autoridades e entidades de segurança de voo emitem orientações.

1286 voos em 365 dias: os voos da FAB estão servindo mais à agenda política do que à prontidão

1286 voos em 365 dias os voos da FAB estão servindo mais à agenda política do que à prontidão_Imagem ilustrativa 1

A imprensa voltou a inflamar o debate sobre o uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira para deslocamento de autoridades. Um texto publicado no R7 Planalto aponta que a FAB realizou 1.286 voos de apoio em 2025 e transportou 9.977 passageiros, número superior ao que já circulava em outras apurações. O volume chama atenção porque sugere uma rotina quase diária de transporte, em um cenário em que o país cobra prontidão, treinamento e disponibilidade real. Nesta Parte 1, o AeroJota analisa o custo de oportunidade desse modelo e faz a pergunta que o contribuinte entende rápido: quantos desses trechos precisavam mesmo de avião militar e quantos poderiam ter sido feitos na aviação comercial. O texto também levanta comparações inevitáveis com missões de atividade fim, como demonstrações, interceptações, aeromédica e transporte de órgãos, e prepara o terreno para a Parte 2, que entra em frota, formação e retenção de pilotos.

Aposentadoria do Harrier AV 8B em junho de 2026 já tem data e cerimônia final marcada

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O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA confirmou o encerramento operacional do AV-8B Harrier II em 2026. O último voo está previsto para 3 de junho, em Cherry Point, com uma semana de cerimônias. A decisão aparece no plano de aviação do USMC e consolida a transição do “jump jet” para o F-35B, mantendo a capacidade STOVL em uma plataforma de quinta geração.