Enquanto o Oriente Médio ferve, voos que passam pela região entram em efeito dominó no mundo todo

Espaço Aéreo fechado no Oriente Médio_Imagem Ilustrativa

Voos em rotas pelo Oriente Médio estão sendo desviados após restrições e fechamentos de espaço aéreo causados pela escalada militar iniciada em 28 de fevereiro de 2026. Com NOTAMs (avisos operacionais) estendendo bloqueios em vários países, companhias alongam trajetos, reencaixam conexões e cancelam voos, o que afeta passageiros e também a logística de cargas. A EASA publicou um boletim de risco (CZIB) recomendando não operar no espaço aéreo afetado, enquanto o Flightradar24 segue atualizando prazos estimados de reabertura. No Brasil, o impacto apareceu em Guarulhos com cancelamentos e casos de voos para Doha e Dubai que retornaram ao aeroporto de origem.

Acidente com helicóptero H160 no Brasil vira “caso de manutenção” após inspeções da Airbus

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O acidente com helicóptero H160 no Brasil, que terminou em amerissagem no mar perto de Cabo Frio (RJ) em 2 de janeiro de 2026, ganhou novo contexto após a Airbus Helicopters afirmar que não encontrou defeitos nas peças do rotor principal já inspecionadas. O evento envolveu o H160 PR-OFB, operado pela Omni Táxi Aéreo, que reportou vibrações significativas e optou por pouso na água. A EASA emitiu diretrizes emergenciais e posteriores exigindo ações preventivas e inspeções, enquanto a fabricante publicou boletins de serviço para operadores. Com os dados reunidos até aqui, parte da apuração passou a dar mais peso a fatores de procedimento, incluindo a possibilidade de influência de manutenção realizada antes do voo, sem que isso represente conclusão oficial. O desfecho depende do Relatório Final do CENIPA.

EASA pede que companhias aéreas evitem sobrevoar o Irã até 31 de março de 2026

EASA pede que companhias aéreas evitem sobrevoar o Irã_Imagem ilustrativa

A EASA, agência de segurança da aviação da União Europeia, recomenda que companhias aéreas evitem o espaço aéreo do Irã até 31 de março de 2026. A orientação, publicada em boletim de risco para zona de conflito, vale para todas as altitudes e pode levar a rotas mais longas, maior consumo de combustível e ajustes de horários. O AeroJota explica o que diz o aviso e o que acompanhar nas próximas semanas.