Esquadrilha da Fumaça abre a temporada 2026 com demonstração confirmada em Aracaju

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A Esquadrilha da Fumaça confirmou apresentação em Aracaju (SE) no dia 17 de março de 2026, data em que a capital sergipana completa 171 anos. Em geral, é em março que a agenda de demonstrações começa a ser divulgada ao público, e a escolha do Nordeste para abrir o calendário chama atenção nesta temporada. Segundo a Prefeitura, o show aéreo acontecerá na Avenida Ivo do Prado, às margens do Rio Sergipe, na área conhecida como Rua da Frente, com referência entre o Iate Clube e a ponte de acesso à Barra dos Coqueiros. A realização envolve a Fecomércio Sergipe em parceria com o município, por meio da Setur. A divulgação também informa que parte da equipe realizou voos técnicos de reconhecimento e alinhamento local. Até o momento, o horário oficial não foi informado.

Sorteio de capacete de piloto de caça do Esquadrão Pampa marca o aniversário de 79 anos

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O AeroJota recebeu do Brigadeiro do Ar Bianchi, líder da Esquadrilha FOX e integrante da Associação dos Pilotos de Caça do Esquadrão Pampa, detalhes sobre uma ação ligada às comemorações do 79º aniversário do 1º/14º GAv, o Esquadrão Pampa. Segundo o texto encaminhado, a Associação, fundada em 14 de fevereiro de 2024 e com sede em Canoas (RS), promove o sorteio de um capacete de piloto de caça personalizado, descrito como peça exclusiva e representativa da Aviação de Caça. De acordo com Bianchi, os recursos arrecadados serão destinados à recepção de veteranos durante as celebrações, com foco em homenagear aqueles que ajudaram a construir a história do Esquadrão. O sorteio está previsto para 27 de março, durante o tradicional Almoço dos Pampas. A organização também enviou o link oficial da rifa e fotos que serão publicadas junto desta matéria.

F-39 Gripen é empregado, pela primeira vez, em Alerta de Defesa Aérea

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F 39 Gripen da FAB no alerta de defesa aérea entrou em um novo patamar nesta terça feira (24), quando a aeronave passou a cumprir, pela primeira vez, o Alerta de Defesa Aérea direcionado ao espaço aéreo do Planalto Central. Na prática, isso coloca caça, piloto e equipe de solo em prontidão permanente para decolagem imediata, dentro do sistema de defesa aeroespacial brasileiro, com operação a partir da Base Aérea de Anápolis (GO), sede do 1º GDA Esquadrão Jaguar. A mudança reforça a capacidade de pronta resposta na região central do país e marca mais um passo do programa F X2, que prevê 36 aeronaves e inclui transferência de tecnologia. Fontes que repercutiram o anúncio também lembram marcos recentes, como reabastecimento em voo com o KC 390 e o míssil Meteor.

1286 voos em 365 dias: os voos da FAB estão servindo mais à agenda política do que à prontidão

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A imprensa voltou a inflamar o debate sobre o uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira para deslocamento de autoridades. Um texto publicado no R7 Planalto aponta que a FAB realizou 1.286 voos de apoio em 2025 e transportou 9.977 passageiros, número superior ao que já circulava em outras apurações. O volume chama atenção porque sugere uma rotina quase diária de transporte, em um cenário em que o país cobra prontidão, treinamento e disponibilidade real. Nesta Parte 1, o AeroJota analisa o custo de oportunidade desse modelo e faz a pergunta que o contribuinte entende rápido: quantos desses trechos precisavam mesmo de avião militar e quantos poderiam ter sido feitos na aviação comercial. O texto também levanta comparações inevitáveis com missões de atividade fim, como demonstrações, interceptações, aeromédica e transporte de órgãos, e prepara o terreno para a Parte 2, que entra em frota, formação e retenção de pilotos.

Prontidão da FAB em 2025 e 2026: frota apertada, formação pressionada e pilotos saindo

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Depois do choque com o volume de voos para autoridades, a pergunta central vira prontidão. Esta Parte 2 organiza o que está por trás do debate: frota pressionada, transição lenta de vetores, manutenção pesada e perda de capital humano. O AeroJota já noticiou que a evasão de pilotos militares somou 59 baixas em 2025, dado que reforça a percepção de desgaste na carreira e de redução de previsibilidade. Em paralelo, a FAB criou um Grupo de Trabalho para reavaliar a instrução aérea inicial e operacional, com prazo de conclusão até o fim de março de 2026, indicando que o cobertor está curto até na formação. O texto não depende de nota oficial para apontar o óbvio: se parte relevante do esforço vira transporte rotineiro, a conta tende a cair no que é menos visível ao público, como horas de voo, treinamento e disponibilidade. Ao final, a matéria liga diretamente com a Parte 1

FAB põe custos de voo em sigilo, mas libera diárias de missão ligada ao Réveillon de Hugo Motta

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A Aeronáutica classificou como “reservados” os custos operacionais de um voo da FAB citado em pedido via Lei de Acesso à Informação (LAI), mas informou o valor das diárias pagas à tripulação. O caso foi revelado pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, e repercutiu em outros veículos. Segundo as publicações, o deslocamento partiu de João Pessoa (PB) e chegou ao Rio de Janeiro (RJ) em 26 de dezembro, com referência a 11 passageiros e a um contexto de Réveillon. Os textos também apontam questionamentos sobre a divulgação da lista de passageiros e citam provocação ao Tribunal de Contas da União (TCU) para apurar o episódio. Nesta matéria, o AeroJota organiza o que está documentado publicamente e separa o que foi divulgado do que permaneceu sob sigilo.

Recorde de permanência no ar da FAB com o P-15 Netuno e por que não é o KC-30

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Muita gente associou “recorde no ar” ao KC-30 (A330), após o voo direto de 18h45 entre Nova Deli e Brasília. Ainda assim, a FAB lembra que o recorde histórico de permanência no ar não nasceu na Aviação de Transporte. Na Aviação de Patrulha, o P-15 Netuno já havia voado por 24h35 em 1961 e por 25h15 em 1967, marcas que quebraram recordes sul-americanos da época. O texto explica por que essas missões exigem autonomia, resistência e preparo, além de situar o papel do Esquadrão Orungan e das aeronaves de patrulha atuais. Um marco não anula o outro: são recordes de aviações e missões diferentes.

Voo mais longo da FAB entre Índia e Brasil ganha nota oficial e dura 18h45

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A FAB publicou nota oficial sobre o voo mais longo de sua história, no trecho direto Nova Deli Brasília, executado pelo Esquadrão Corsário (2º/2º GT). O comunicado registra 18h45 de duração e descreve a missão, a rota intercontinental e o recorde anterior de 18h30 em outubro de 2025. O AeroJota e sites especializados haviam apontado 18h52 com base em rastreadores públicos, e a matéria explica a diferença de fonte e critério de registro.