Agenda da Esquadrilha da Fumaça 2026 começa em março com Cravinhos, Aracaju e Pouso Alegre

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A agenda da Esquadrilha da Fumaça 2026 começa a ganhar forma com as primeiras demonstrações públicas confirmadas para março. Até o momento, estão divulgadas apresentações em Cravinhos-SP (07/03, 16h50, bairro Santa Cruz), Aracaju-SE (17/03, horário a confirmar, Avenida Ivo do Prado, na margem do Rio Sergipe) e Pouso Alegre-MG (29/03, 16h00, Aeroporto de Pouso Alegre). Além disso, Pará de Minas-MG aparece em tratativas, ainda sem data oficial. A matéria também relembra a origem histórica da Esquadrilha, os aviões que marcaram sua trajetória e o uso atual do A-29 Super Tucano, com orientações ao público para chegar cedo, seguir instruções de segurança e manter hidratação, especialmente para quem vai com crianças.

F-39 Gripen é empregado, pela primeira vez, em Alerta de Defesa Aérea

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F 39 Gripen da FAB no alerta de defesa aérea entrou em um novo patamar nesta terça feira (24), quando a aeronave passou a cumprir, pela primeira vez, o Alerta de Defesa Aérea direcionado ao espaço aéreo do Planalto Central. Na prática, isso coloca caça, piloto e equipe de solo em prontidão permanente para decolagem imediata, dentro do sistema de defesa aeroespacial brasileiro, com operação a partir da Base Aérea de Anápolis (GO), sede do 1º GDA Esquadrão Jaguar. A mudança reforça a capacidade de pronta resposta na região central do país e marca mais um passo do programa F X2, que prevê 36 aeronaves e inclui transferência de tecnologia. Fontes que repercutiram o anúncio também lembram marcos recentes, como reabastecimento em voo com o KC 390 e o míssil Meteor.

1286 voos em 365 dias: os voos da FAB estão servindo mais à agenda política do que à prontidão

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A imprensa voltou a inflamar o debate sobre o uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira para deslocamento de autoridades. Um texto publicado no R7 Planalto aponta que a FAB realizou 1.286 voos de apoio em 2025 e transportou 9.977 passageiros, número superior ao que já circulava em outras apurações. O volume chama atenção porque sugere uma rotina quase diária de transporte, em um cenário em que o país cobra prontidão, treinamento e disponibilidade real. Nesta Parte 1, o AeroJota analisa o custo de oportunidade desse modelo e faz a pergunta que o contribuinte entende rápido: quantos desses trechos precisavam mesmo de avião militar e quantos poderiam ter sido feitos na aviação comercial. O texto também levanta comparações inevitáveis com missões de atividade fim, como demonstrações, interceptações, aeromédica e transporte de órgãos, e prepara o terreno para a Parte 2, que entra em frota, formação e retenção de pilotos.

Recorde de permanência no ar da FAB com o P-15 Netuno e por que não é o KC-30

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Muita gente associou “recorde no ar” ao KC-30 (A330), após o voo direto de 18h45 entre Nova Deli e Brasília. Ainda assim, a FAB lembra que o recorde histórico de permanência no ar não nasceu na Aviação de Transporte. Na Aviação de Patrulha, o P-15 Netuno já havia voado por 24h35 em 1961 e por 25h15 em 1967, marcas que quebraram recordes sul-americanos da época. O texto explica por que essas missões exigem autonomia, resistência e preparo, além de situar o papel do Esquadrão Orungan e das aeronaves de patrulha atuais. Um marco não anula o outro: são recordes de aviações e missões diferentes.

Voo mais longo da FAB entre Índia e Brasil ganha nota oficial e dura 18h45

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A FAB publicou nota oficial sobre o voo mais longo de sua história, no trecho direto Nova Deli Brasília, executado pelo Esquadrão Corsário (2º/2º GT). O comunicado registra 18h45 de duração e descreve a missão, a rota intercontinental e o recorde anterior de 18h30 em outubro de 2025. O AeroJota e sites especializados haviam apontado 18h52 com base em rastreadores públicos, e a matéria explica a diferença de fonte e critério de registro.

Desativação do A 1 AMX na FAB avança, mas 2026 mostra por que o fim não é imediato

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A desativação do A 1 AMX na FAB avançou, mas 2026 mostrou que o fim não acontece de forma imediata. O incidente em Santa Maria reforçou o peso de uma frota residual, enquanto contratos e suporte logístico indicam um phase out com cauda operacional. No meio e no fim, o tema se conecta à transição para o F 39, que cresce em escala, mas ainda não absorve tudo de uma vez.