Toque de recolher em Nova York afeta voos do Brasil e muda planos de passageiros

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A nevasca na Costa Leste dos EUA levou Nova York a decretar emergência e restringir o tráfego de veículos não essenciais, medida que muitos chamam de “toque de recolher”. Com isso, o efeito chegou ao Brasil: voos entre GRU, Galeão, Nova York e Boston foram cancelados, e companhias pedem que passageiros verifiquem o status antes de sair de casa. Órgãos americanos também alertaram para atrasos e cancelamentos em aeroportos como JFK, LaGuardia e Newark. Na prática, o cenário muda rápido e pode afetar conexões, tripulações e a disponibilidade de aeronaves por dias. A recomendação é acompanhar app e canais oficiais, além de entender as alternativas de reacomodação e reembolso previstas nas regras da ANAC em caso de atraso ou cancelamento.

Azul e GOL encerram acordo de reacomodação e mudam o que acontece quando seu voo é cancelado

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Azul e GOL encerram acordo de reacomodação de passageiros que, na prática, permitia transferências entre as duas companhias em casos de cancelamentos e problemas operacionais. Com o fim desse “atalho”, o passageiro pode perceber mais dificuldade para ser realocado rapidamente em voos da concorrente, especialmente em rotas com menos frequências ou em períodos de alta demanda. Apesar disso, os direitos do consumidor seguem definidos pela Resolução 400/2016 da ANAC. Em atrasos superiores a quatro horas, cancelamentos ou interrupção do serviço, a empresa deve apresentar opções como reacomodação, reembolso integral ou execução do transporte por outro meio, além de assistência material quando cabível. A matéria explica o que muda no atendimento e reforça um roteiro prático para o passageiro registrar protocolos, exigir alternativas e acionar canais oficiais se a solução não vier no balcão.

Voo atrasado dano moral: consulta da ANAC vira disputa com o Idec

Voo atrasado dano moral consulta da ANAC vira disputa com o Idec_Imagem Ilustrativa

A ANAC abriu consulta pública para revisar a Resolução 400 e atualizar regras aplicáveis a atrasos e cancelamentos de voos. O Idec criticou a proposta e afirmou que o texto pode limitar, na prática, pedidos de dano moral, sobretudo quando a companhia invoca força maior. A discussão também envolve a assistência material ao passageiro e a separação entre cumprir assistência e reconhecer culpa. A consulta segue aberta e o texto ainda pode ser ajustado antes da versão final.