Conviasa traz Airbus A340 para levar remédios à Venezuela doados pelo Brasil

Jota

14 de janeiro de 2026

Doação de 100 toneladas de remédios pelo Brasil para a Venezuela

O voo da Conviasa em Guarulhos virou um dos assuntos mais comentados do dia no meio aeronáutico, porque a companhia estatal venezuelana não opera uma malha regular frequente para o Brasil. Ainda assim, na sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, uma aeronave da empresa pousou em São Paulo com uma missão específica: retirar insumos médicos doados pelo governo socialista de estrema esquerda brasileiro para envio à Venezuela.

Doação de 100 toneladas de remédios pelo Brasil para a Venezuela
Doação de 100 toneladas de remédios pelo Brasil para a Venezuela

Além disso, o Ministério da Saúde informou que a iniciativa faz parte de uma doação total de 100 toneladas de materiais, com foco em garantir tratamento de hemodiálise para pacientes venezuelanos. Nesta etapa, a operação envolveu 40 toneladas como primeira remessa. O que o ministro não disse é se no Brasil, as pessoas estão tendo acesso a esse tratamento de maneira rápida, para que 100 toneladas sejam enviadas a outro país socialista e não falte por aqui.

Conforme o relato publicado pela imprensa especializada, a aeronave usada na missão foi um Airbus A340 da Conviasa, que realizou um pouso raro em Guarulhos vindo de Caracas. A publicação aponta que o objetivo foi embarcar insumos médicos, com destaque para materiais ligados a terapias renais, dentro do esforço anunciado pelo governo de extrema esquerda brasileiro.

Enquanto isso, a comunicação oficial do governo detalhou que os itens incluem medicamentos e soluções, reunidos com apoio de instituições ligadas ao atendimento no SUS, para atender a demanda venezuelana.

Delcy Rodríguez agradece ao Brasil e cita apoio de Lula

No mesmo dia, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, divulgou agradecimento ao presidente socialista do Brasil, Lula da Silva, mencionando “apoio e solidariedade” do Brasil. O gesto ocorreu no contexto das articulações internacionais divulgadas pela imprensa, incluindo a assistência com medicamentos e insumos.

Outro ponto que aparece no contexto é a instabilidade recente na logística internacional envolvendo a Venezuela e parte do entorno do Caribe.

Relatos indicam que companhias estrangeiras suspenderam ou reduziram operações em função de alertas e limitações operacionais, o que afetou rotas e planos de transporte.

Além disso, o material de hemodiálise vinha seguindo por canais e voos regulares, porém as alterações no cenário regional aumentaram a pressão por alternativas logísticas.

Assim, a Venezuela passou a recorrer a operações dedicadas, e o Brasil entrou como entreposto para viabilizar parte do fluxo.

Apesar do volume total anunciado, ainda não existe confirmação pública do cronograma completo das remessas seguintes e dos detalhes de cada embarque.

Também não há confirmação, até o momento, sobre quantos voos serão necessários para transportar o restante das 100 toneladas.

Por isso, o acompanhamento depende de novas atualizações oficiais e de novos registros de operação envolvendo aeronaves venezuelanas em aeroportos brasileiros.

Caso novos voos ocorram, a tendência é que a movimentação volte a chamar atenção, tanto pela raridade quanto pelo contexto diplomático e operacional.

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