Esquadrão Pantera da FAB treina em Florianópolis com H-60L Black Hawk
O Esquadrão Pantera da FAB realiza treinamento com H-60L Black Hawk em Florianópolis desde o dia 6 de abril, em uma etapa anual de qualificação das equipagens. A unidade, oficialmente chamada de Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAv), tem sede em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Embora o público associe os helicópteros da FAB principalmente a missões de resgate, o treinamento em Santa Catarina mostra uma atuação mais ampla. Além da Busca e Salvamento em ambiente aquático, a atividade também inclui o emprego de armamento voltado para missões de interceptação e defesa aérea.
De acordo com material exclusivo publicado pelo site Aviação em Floripa, esse tipo de treinamento não ocorria há bastante tempo na capital catarinense. Por isso, a presença do Esquadrão Pantera na Base Aérea de Florianópolis chama atenção de entusiastas, pesquisadores e profissionais ligados à aviação militar.

H-60L Black Hawk reforça a versatilidade do Esquadrão Pantera
Durante o exercício, o H-60L Black Hawk aparece como peça central da operação. A aeronave permite cumprir missões de transporte, resgate, apoio operacional e emprego tático. Além disso, cada missão exige alto grau de coordenação entre pilotos, operadores de guincho, equipes de resgate e artilheiros.
Parte do adestramento envolve operações diurnas e noturnas, inclusive com o uso de Óculos de Visão Noturna. Assim, a capacitação mantém as tripulações preparadas para situações reais, nas quais tempo, precisão e integração fazem diferença.
O treinamento também ajuda a padronizar procedimentos e atualizar doutrinas de emprego. Dessa forma, veteranos e recém-chegados cumprem a qualificação anual obrigatória e mantêm a unidade pronta para diferentes cenários operacionais.

Uma unidade com histórico de operações marcantes
O Esquadrão Pantera tem raízes na década de 1970 e carrega uma trajetória ligada ao emprego operacional de helicópteros na Força Aérea Brasileira. Ao longo dos anos, a unidade se destacou por ações de resgate, apoio em calamidades e participação em missões complexas.
Entre os episódios lembrados estão o transporte de vítimas do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, e o apoio aos atingidos por desastres climáticos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Além disso, essas missões mostram como a aviação de asas rotativas atua de forma decisiva em momentos críticos.
Ainda assim, parte dessa história permanece pouco conhecida fora dos círculos especializados. Por isso, o exercício em Florianópolis ajuda a revelar uma dimensão operacional que vai além das imagens mais comuns de resgate e transporte.

Aviação em Floripa traz material exclusivo sobre o treinamento
O site Aviação em Floripa acompanhou o exercício com autorização e publicou um material exclusivo sobre a presença do Esquadrão Pantera em Florianópolis. Além disso, a matéria traz fotos, gráficos e informações detalhadas que ajudam a entender melhor o treinamento.
Vale a pena dar uma passada por lá e aprofundar seus conhecimentos, especialmente pela qualidade da parte gráfica e das imagens registradas durante a operação. O pesquisador, jornalista, membro honorário da FAB e membro honorário Falcão Esqd VF-1 da Marinha do Brasil, Marcelo Lobo da Silva, parceiro já conhecido dos leitores do site AeroJota, assina o conteúdo completo.
Por fim, para quem acompanha a aviação militar brasileira, o treinamento do Esquadrão Pantera da FAB com H-60L Black Hawk reforça a importância das asas rotativas em missões de resgate, defesa aérea e apoio operacional.







